RECURSOS HÍDRICOS E A REDE URBANA MUNDIAL: DIMENSÕES GLOBAIS DA ESCASSEZ

O texto Recursos Hídricos e a Rede Urbana Mundial: Dimensões Globais da Escassez constitui trabalho elaborado como contribuição para o grupo de interesse Questão dos Recursos Hídricos, Meio Urbano e Mananciais do XIIIº Encontro Nacional de Geógrafos (João Pessoa, PB), 21-26/Julho/2002.
O material foi incorporado aos Anais do XIIIº Encontro Nacional de Geógrafos e referenciado em seu Caderno de Resumos, publicado da AGB (Associação dos Geógrafos Brasileiros), com o apoio do CNPq/CAPES/Universidade Federal da Paraíba, 2002, pg. 122, ISSN 0103-0884.
Posteriormente, foi colocada em circulação uma versão do texto em CD, também elaborado pela Associação dos Geógrafos Brasileiros.
A síntese do paper, publicada no Caderno de Resumos do Encontro, segue transcrita abaixo.
Quanto ao texto encaminhado para o XIIIº Encontro Nacional de Geógrafos, o mesmo está transcrito na íntegra em arquivo PDF.

Síntese do paper, publicado no Caderno de Resumos do XIIIº Encontro Nacional de Geógrafos:
O texto Recursos Hídricos e a Rede Urbana Mundial: Dimensões Globais da Escassez procura traçar algumas linhas básicas para a discussão pertinente aos recursos hídricos e a crise urbana nos países do Terceiro Mundo e no Brasil. Isto porque a água constitui item prioritário na pauta dos recursos ambientais básicos do mundo moderno, particularmente da grande cidade.
Recorde-se que todas as análises apontam para uma situação de stress hídrico já para a próxima década, atingindo nações industrializadas, que terão que recorrer para a importação visando satisfazer as necessidades da sua população e da sua economia.
Há também o acentuamento da escassez da água por conta da degradação ambiental e da utilização perdulária do recurso, atingindo duramente populações tradicionais, excluídas ou marginalizadas, particularmente no Hemisfério Sul.
A nova configuração urbana mundial radicaliza e reapresenta esta problemática. Ela opõe as metrópoles do Norte, consumidoras por excelência de recursos hídricos, às metrópoles do Sul, também às voltas com o problema de abastecimento de água potável.
No caso brasileiro, esta contradição se explicita fortemente em razão do país se credenciar tanto como um possível fornecedor de água potável para o Hemisfério Norte quanto por reunir diversas regiões metropolitanas nas quais o abastecimento de água potável já é problemático.
Tal é o contexto vivenciado pela RMGSP - Região Metropolitana da Grande São Paulo. A disputa pelo recurso será fonte provável de conflitos, gerando debates que devem ser cada vez mais aprofundados.
Nestes, a presença dos geógrafos é imprescindível.

(Texto masterizado e incorporado à Série Recursos Hídricos 3)
