FUKUSHIMA:
O Anátema do Lixo Nuclear

Ao longo de minha trajetória como professor, ativista social e ambientalista, sempre fui adversário da energia nuclear.
Chernobyl, em 1986, alertou o mundo para os perigos da disseminação de centrais nucleares, um sentimento que a propaganda do lobby pró-energia atômica foi lentamente erodindo, inclusive com base na argumentação de que se trataria de uma energia “limpa”, pois não gera gás de efeito estufa
Contudo, na escala de horrores que caracteriza o mundo moderno na sua relação com o meio ambiente, o fato é que as centrais nucleares geram algo muito pior: a radioatividade, presente no material físsil e nos resíduos gerados ao longo do processo.
Foi com o objetivo de alertar para este problema que, na esteira do desastre de Fukushima (2011), elaborei para o VIII Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas (MG), o texto Fukushima: O Anátema do Lixo Nuclear, distribuído para os participantes do evento.
Texto agora acessível a quem assim desejar.

(Texto masterizado e incorporado à Série Meio Ambiente 11)
